Hoje começa uma história estranha.
Ou melhor, hoje algumas histórias à primeira vista desconexas se dão as mãos e viram outra coisa.
A primeira delas é sobre uma menina que gostava muito das pessoas; tanto que, ao dizer isso aos que lhe eram caros, assustava um pouco.
A segunda é sobre quando uma garota conheceu a ideia de como "fazer o barco andar mais rápido"; ela nem nadar sabe, mas é uma boa metáfora sobre priorização e disciplina.
O resultado dessa soma é o processo de redescobrimento de uma mulher que está tentando transformar seus medos em molas propulsoras; tentando avançar em meio à dor dos saltos pra fora de si mesma. Ainda inclui a parte de mergulhar fundo pra redescobrir, remendar e reaprender coisas, acima de tudo sobre si mesma, mas também sobre o mundo e as pessoas ao redor.
Esse é o primeiro salto: volta à uma plataforma do passado, mas com um futuro bem diferente na mira.
Cobrem-me a continuação.
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